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O quarto poder – uma outra história

Paulo Henrique Amorim

Paulo Henrique Amorim, um dos mais influentes jornalistas brasileiros contemporâneos, ao completar 50 anos de carreira nos mais importantes órgãos de imprensa e TV do país (Globo, Veja, Jornal do Brasil), reúne em livro meio século de atividade profissional com tudo aquilo que as notícias nunca deram: o lado de dentro do jornalismo e do poder.

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Dao De Jing

Lao Zi

O Dao De Jing, obra fundamental de Lao Zi − mais conhecido como Tao Te King e Lao-Tsé –, nesta tradução direta a partir do chinês, ganha não apenas uma nova sonoridade, mais próxima do original, mas também uma nova e maior fidelidade.

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Os americanos

Os americanos” une nomes ilustres da literatura dos Estados Unidos. Enquanto se construía como nação, ao longo do “extenso século XIX”, para parafrasear Eric Hobsbawn em relação ao “curto século XX” (que teria começado de fato apenas em 1914, na Primeira Guerra Mundial), grandes escritores, de Nathaniel Hawthorne (1804) a Scott Fitzgerald (1896), criavam uma literatura nacional que, por sua vez, ajudaria a criar o próprio modo como os Estados Unidos e o mundo conheceriam e reconheceriam o país.

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Os franceses

A literatura francesa não cabe em um volume. Nem em vários. É preciso toda uma biblioteca. Mas muito do melhor dessa literatura cabe agora em suas mãos. “Os franceses” reúne textos de Voltaire, Rousseau, De Maistre, Stendhal, Balzac, Baudelaire, Mallarmé, Maupassant e Proust, em quase 800 páginas e tradução direta do francês. Em uma palavra, uma edição mémorable.

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Frankenstein

Mary Shelley

Mary Shelley fez parte do grupo principal do romantismo inglês, ao lado de seu amigo Lord Byron e de seu marido, o poeta Percy Shelley. E foi literalmente ao lado deles, em um castelo à beira do lago Constança, na Suíça, onde passavam uma temporada, que ela se isolou em um quarto para escrever Frankenstein, ou o moderno Prometeu, romance “gótico” ou de “terror”, um dos modelos do gênero ao lado dos contos de Poe e do Drácula de Bram Stocker.

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A demanda do Santo Graal

A demanda do Santo Graal é um volume que reúne a fundição de lendas celtas e germânicas a um “tempo mítico”, cuja raiz mais antiga é o Velho Testamento. Pode-se dizer, tratando-se de ocidentais, que todos conhecem a “lenda do rei Artur e dos cavaleiros da Távola Redonda”. Mas isso esconde uma realidade paradoxal: a de que poucos a conhecem de fato.