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Contos húngaros [bolso]

Vários

Dez contos inéditos de quatro dos autores mais representativos da literatura húngara compõem esse livro. Gyula Krúdy, Dezsö Kosztolányi, Géza Csáth e Frigyes Karinthy fornecem um impressionante panorama da maestria da prosa húngara do início do século XX, representando tanto a última geração a amadurecer antes da Primeira Guerra até a primeira geração de escritores a colaborarem com a revista Nyugat.

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Dao De Jing

Lao Zi

O Dao De Jing, obra fundamental de Lao Zi − mais conhecido como Tao Te King e Lao-Tsé –, nesta tradução direta a partir do chinês, ganha não apenas uma nova sonoridade, mais próxima do original, mas também uma nova e maior fidelidade.

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Meninas que vestiam preto

Anne Waldman, Diane di Prima, Elise Cowen, Marie Ponsot e Denise Levertov

 Meninas Que Vestiam Preto traz à luz uma amostra da lírica de cinco grandes autoras da geração beat. Famosos pela postura não conformista, inquietante e boêmia, pelo estilo literário experimental e vanguardista, os beats foram precursores do movimento hippie e de toda a agitação cultural da segunda metade do século XX.

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Dito ao anoitecer

Ingeborg Bachmann

  Ingeborg Bachmann (1926-1973) é um dos mais expressivos nomes da literatura em língua alemã do pós-guerra. Austríaca, Bachmann escreveu poemas, romances, peças, ensaios e libretos; sua obra faz coro ao trabalho de Virginia Woolf, Samuel Beckett e Clarice Lispector.

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COMBO | Coleção Mundo indígena

 Pensadores de quatro povos indígenas que vivem em diferentes regiões da América do Sul contaram, em diferentes relações com interlocutores, as histórias do mundo e dos aprendizados de seus grupos. As transcrições e traduções realizadas nestes diferentes encontros foram reunidas nos primeiros livros da Coleção Mundo Indígena. São, no total, sete livros de contos vindos de diferentes povos – Caxinauá, Guarani, Yanomami e Hupd'äh.

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Os franceses

A literatura francesa não cabe em um volume. Nem em vários. É preciso toda uma biblioteca. Mas muito do melhor dessa literatura cabe agora em suas mãos. “Os franceses” reúne textos de Voltaire, Rousseau, De Maistre, Stendhal, Balzac, Baudelaire, Mallarmé, Maupassant e Proust, em quase 800 páginas e tradução direta do francês. Em uma palavra, uma edição mémorable.

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Cordel – Patativa do Assaré

Patativa do Assaré

A força da poesia de Patativa do Assaré vem, talvez, do vínculo e dos contrastes entre a vida do poeta, o sertão e a cidade. Seus poemas nascem da matéria cotidiana, com seu saber, seu sabor, suas alegrias, seus encantos e desencantos, e todo o repertório de formas populares tradicionais que revisita e revitaliza. Patativa do Assaré, uma voz do Nordeste, contém uma antologia de seus melhores poemas, selecionada, organizada e apresentada por Sylvie Debs, da Universidade Robert Schuman (Estrasburgo). O volume integra a Biblioteca de Cordel.

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Lira Argenta

Vários

«Celebração da poesia internacional, em edição bilíngue, sem salientar um idioma ou um período histórico, Lira Argenta é livro raro no panorama editorial – na quantidade e na qualidade de suas escolhas e traduções.

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O corvo – gênese, referências e traduções do poema de Edgar Allan Poe

Claudio Weber Abramo

O poema “O Corvo” está entre as obras mais traduzidas da história da literatura, pelo enorme fascínio que exerce sobre leitores e escritores, apesar dos obstáculos que oferece à tradução – ou por causa deles. Este livro reúne todas as suas mais importantes traduções para o português − incluindo as de Machado de Assis e de Fernando Pessoa − e outras línguas latinas – como a versão francesa de Baudelaire −, além de análises dessas traduções e de uma abrangente discussão sobre a arte (ou quase) de traduzir.