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Lulismo, carisma pop e cultura anticrítica

Tales Ab'Saber

Como explicar o sucesso político quase hegemônico do governo Lula ao final de seu segundo mandato? Aqui, o psicanalista e ensaísta Tales Ab'Saber faz um balanço das condições políticas e da natureza do pacto social realizado naqueles oito anos, que impulsionou a renovação do carisma do líder petista.

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Contos de Sebastopol

Liev Tolstói

Contos de Sebastopol reúne, pela primeira vez em português, três relatos escritos por Tolstói durante a Guerra da Crimeia (1854-55). O escritor, que foi segundo-tenente num regimento de artilharia, reconta com minúcias vários episódios ocorridos durante o sangrento cerco à capital da Crimeia.

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O que eu vi, o que nós veremos [Bolso]

Santos-Dumont

Santos Dumont é conhecido no Brasil como o pai da aviação, porém, apesar de toda a sua fama, poucos sabem que esse herói nacional deu testemunho em livro de sua vida e de suas aventuras pioneiras pelos céus.

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Frankenstein

Mary Shelley

Mary Shelley fez parte do grupo principal do romantismo inglês, ao lado de seu amigo Lord Byron e de seu marido, o poeta Percy Shelley. E foi literalmente ao lado deles, em um castelo à beira do lago Constança, na Suíça, onde passavam uma temporada, que ela se isolou em um quarto para escrever Frankenstein, ou o moderno Prometeu, romance “gótico” ou de “terror”, um dos modelos do gênero ao lado dos contos de Poe e do Drácula de Bram Stocker.

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Nos cumes do desespero

Emil Cioran

Primeiro livro do filósofo do niilismo, do ceticismo ou da decepção. Escrito em romeno quando o autor tinha 22 anos (depois, passaria a escrever em francês), é uma explosão de angústia e lirismo, que expressa de forma brutal e avassaladora a dor de existir.

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A demanda do Santo Graal

A demanda do Santo Graal é um volume que reúne a fundição de lendas celtas e germânicas a um “tempo mítico”, cuja raiz mais antiga é o Velho Testamento. Pode-se dizer, tratando-se de ocidentais, que todos conhecem a “lenda do rei Artur e dos cavaleiros da Távola Redonda”. Mas isso esconde uma realidade paradoxal: a de que poucos a conhecem de fato.

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Anarquismo – Crítica e Autocrítica

Murray Bookchin

A edição reúne “Anarquismo social ou anarquismo de estilo de vida: um abismo intransponível” e “A esquerda que se foi: uma reflexão pessoal”. O primeiro texto do livro, de 1995, insere-se dentro da polêmica em que Bookchin teve destacado papel, por tentar diferenciar dois projetos que haviam se colocado dentro do anarquismo: um individualista e outro socialista. O segundo texto, de 1991, avalia a atual esquerda, que estaria em processo de degeneração.