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Contos húngaros [bolso]

Vários

Dez contos inéditos de quatro dos autores mais representativos da literatura húngara compõem esse livro. Gyula Krúdy, Dezsö Kosztolányi, Géza Csáth e Frigyes Karinthy fornecem um impressionante panorama da maestria da prosa húngara do início do século XX, representando tanto a última geração a amadurecer antes da Primeira Guerra até a primeira geração de escritores a colaborarem com a revista Nyugat.

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Maio de 68

 

Maio de 68 é a nova edição, revista e ampliada, do volume especial da Coleção Encontros, em celebração aos 50 anos do levante que transformou profundamente toda a cultura ocidental. A revolta estudantil nos anos 1967-68 caracterizou-se por seu caráter internacional, pois atingiu países muito diferentes no que se refere ao nível de vida ou ao sistema social ou político.

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O ofício

Serguei Dovlátov

 

O ofício, uma novela em duas partes (Resmesló, 1985), o cultuado escritor russo Serguei Dovlátov (1941–1990) descreve com impagável (auto) ironia “as peripécias de seus manuscritos” — sua biografia literária — em dois momentos da vida: na URSS e nos EUA, após ter emigrado (1978).

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Meninas que vestiam preto

Anne Waldman, Diane di Prima, Elise Cowen, Marie Ponsot e Denise Levertov

Meninas Que Vestiam Preto traz à luz uma amostra da lírica de cinco grandes autoras da geração beat. Famosos pela postura não conformista, inquietante e boêmia, pelo estilo literário experimental e vanguardista, os beats foram precursores do movimento hippie e de toda a agitação cultural da segunda metade do século XX.

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A mulher que virou tatu

Kapitan Kirino e Alberto Roque Toribio

Os quase oito mil Caxinauá fazem parte da família linguística pano, composta por cerca de trinta grupos, ocupando a fronteira entre o Brasil e o Peru. No Brasil, eles vivem em doze terras indígenas e, no Peru, eles ocupam todo o rio Curanja e uma parte do rio Purus — da cidade de Puerto Esperanza até a embocadura do rio Curanja. O historiador João Capistrano de Abreu foi quem, no início do século XX, registrou pela primeira vez a língua e o modo de vida Caxinauá junto a dois jovens provenientes da etnia, do rio Ibuaçu. Esse trabalho deu origem ao livro Hantxa huni kuin (publicado pela primeira vez em 1914), sobre a língua dos Caxinauá do rio Ibuaçu, afluente do Muru.

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Gilka Machado: Poesia completa

Gilka Machado

Gilka Machado, poeta e ativista política, é considerada como a primeira mulher a publicar poesia erótica no Brasil e única autora a fazer parte do Simbolismo. Na política, foi ativista pelo voto da mulher e uma das fundadoras do primeiro partido político feminino, em 1910.