Teatro

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A fábrica de robôs

Karel Tchápek

Um cientista descobre a fórmula capaz de dar vida a máquinas de aparência humana, gerando um desequilíbrio radical no modo de produção e tornando a mão de obra humana obsoleta. Essas “criaturas” artificiais, desprovidas de sentimentos e criatividade, passam a exercer todas as atividades braçais, com consequências nefastas para os homens.

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A vida é sonho

Calderón de la Barca

Uma das mais conhecidas e encenadas comédias de Calderón de la Barca, que se vale dos recursos da farsa para representar a questão da vaidade do ser humano. A finalidade moral que assume em seu tempo é ensinar a lição de que é vã a vida humana sobre a terra, não passando de vaidade e aflição do espírito aqueles bens que aos homens pareçam honra, glória, riqueza ou distinção.

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Teatro do êxtase

Fernando Pessoa

Esta edição reúne cinco peças de Fernando Pessoa, concebidas como poemas dramáticos e destinadas mais à leitura do que à encenação. As obras aqui reunidas são provavelmente as mais acabadas dentre os muitos fragmentos deixados por seu autor, e apresentam como eixo comum a concepção pessoana de “êxtase'”.

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Pequeno-burgueses

Maksim Górki

Primeira peça de Górki e um sucesso imediato (apesar de ser sua estreia na dramaturgia, teve sua tiragem esgotada em quinze dias). Trata-se de um “drama familiar” que, ao recriar o cotidiano de uma típica família russa do começo do século XX, examina toda uma cosmovisão social, a qual ele classifica como a “mentalidade pequeno-burguesa”.

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A pele do lobo e outras peças

Artur Azevedo

Textos curtos de Artur Azevedo, nosso primeiro grande homem de teatro, cuja temática gira em torno de costumes nacionais. Amor por anexins, de 1870, foi a primeira peça do autor. A pele do lobo, de 1875, faz uma sátira divertida ao sistema de policiamento do Império. O Oráculo, de 1907, é um texto que dialoga com a tradição da comédia.

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Lisístrata

Aristófanes

Uma obra prima do drama universal, esta peça foi representada pela primeira vez em 411 a.C., em Atenas, e tem como mote principal uma hilária greve de sexo feita pelas mulheres gregas. Elas contestavam a então vigente Guerra do Peloponeso. No entanto, não se trata de uma obra datada: o modo como Aristófanes dá voz e cena à singular manifestação faz da peça uma das mais encenadas no mundo contemporâneo.

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Emília Galotti

Gotthold Ephraim Lessing

Emília Galotti, publicada em 1772, é uma das peças que consolidam, na Alemanha, o chamado “Drama burguês”. A história de desenrola em torno de Emília, cuja beleza desperta a paixão do príncipe Gonzaga. Habituado a realizar seus desejos sem restrições, o príncipe resolve interpor-se entre Emília e seu noivo, o Conde Appiani, cujo matrimônio logo se realizaria.

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Don Juan ou O convidado de pedra

Molière

Uma das mais importantes peças de Molière, Don Juan foi censurada pela Igreja por toda a vida do dramaturgo. A obra vai além da conquistas amorosas de um devasso, como costuma ser conhecida. Don Juan é uma sedutor, mas, num crescendo, revela-se ateu, libertino e hipócrita. Não que ele seja mau de todo; possui a generosidade de sua casta. Mas é capaz de grandes maldades.

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As bacantes

Eurípides

Representada pela primeira vez em 405 a.C., esta é uma das mais célebres tragédias de Eurípides, o último dos três grandes tragediógrafos gregos. Além de sua excelência artística, trata-se de um dos principais testemunhos antigos sobre o menadismo, religião de origem oriental que está presente na Grécia desde o período micênico.

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Senhorita Júlia e outras peças

August Strindberg

Três peças do período de produção naturalista de Strindberg, escritas entre 1887 e 1889: Senhorita Júlia, O pai e Credores, esta última inédita em português. As peças deste volume foram traduzidas diretamente do sueco com ênfase na fluência e na naturalidade do texto, de modo a facilitar sua montagem cênica.