Mitologia

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Odisseia

Homero

Este poema épico, aqui traduzido por um dos tradutores literários mais prolíficos do século XIX, narra as peripécias vividas por Odisseu em seu retorno de Troia para sua Ítaca natal, onde anseia por rever seu filho Telêmaco e a esposa Penélope. Depois de errar por dez anos, impedido por Posido de retornar para casa, o herói do poema tem que vencer a prepotência dos pretendentes, que permanecem no palácio e dilapidam os bens da família.

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Dicionário de história e cultura da era viking

 Passados cerca de dez séculos desde o seu apogeu na região da Escandinávia, os vikings tornaram-se uma constante no imaginário ocidental contemporâneo. O Dicionário de História e Cultura da Era Viking apresenta ao leitor um guia abrangente para seu mundo, suas aventuras, viagens marítimas, grandes batalhas, explorações e descobertas.

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COMBO | Coleção Mundo indígena

 Pensadores de quatro povos indígenas que vivem em diferentes regiões da América do Sul contaram, em diferentes relações com interlocutores, as histórias do mundo e dos aprendizados de seus grupos. As transcrições e traduções realizadas nestes diferentes encontros foram reunidas nos primeiros livros da Coleção Mundo Indígena. São, no total, sete livros de contos vindos de diferentes povos – Caxinauá, Guarani, Yanomami e Hupd'äh.

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A terra uma só

Timóteo da Silva Verá Tupã Popygua

O livro do segmento Guarani da Coleção Mundo Indígena, A terra uma só (Yvy Rupa), foi escrito por Timóteo da Silva Verá Tupã Popygua, liderança guarani, para pessoas de todas as idades, contando o que aprendeu e pensou nos caminhos que percorreu pela Mata Atlântica, na América do Sul, junto ao seu povo Nhande’i va’e, conhecidos também como Guarani Mbya.

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Os cantos do homem-sombra

Os Hupd’äh têm muitas histórias sobre a gente-sombra. Os homens e mulheres-sombra são muito perigosos e usam roupas coloridas — além de caçar e fazer mal aos Hup. Uma dessas roupas tem cor de sombra, daí seu nome. A gente-sombra causa doenças e pode até matar. Eles comem a carne e o espírito dos humanos. Mas muitos deles são sábios e conhecem cantos, mitos e benzimentos. Os cantos do homem-sombra é a história do encontro de um Hup com um homem-sombra chamado Way Naku.

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A mulher que virou tatu

Kapitan Kirino e Alberto Roque Toribio

Os quase oito mil Caxinauá fazem parte da família linguística pano, composta por cerca de trinta grupos, ocupando a fronteira entre o Brasil e o Peru. No Brasil, eles vivem em doze terras indígenas e, no Peru, eles ocupam todo o rio Curanja e uma parte do rio Purus — da cidade de Puerto Esperanza até a embocadura do rio Curanja. O historiador João Capistrano de Abreu foi quem, no início do século XX, registrou pela primeira vez a língua e o modo de vida Caxinauá junto a dois jovens provenientes da etnia, do rio Ibuaçu. Esse trabalho deu origem ao livro Hantxa huni kuin (publicado pela primeira vez em 1914), sobre a língua dos Caxinauá do rio Ibuaçu, afluente do Muru.