Mitologia

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COMBO | Coleção Bienal

 As leituras e referências teóricas que embasaram o pensamento curatorial da 30ª Bienal de São Paulo — A iminência das poéticas (2012) estão compiladas nesta coleção de seis livros de pequeno formato com textos fundamentais para a curadoria e até agora inéditos em língua portuguesa. Em ocasião da 32ª Bienal, Incerteza viva, apresentamos o COMBO | Coleção Bienal: são seis livros acompanhados de cinco mini-pôsteres estilizados 15 x 9,5 cm, baseados nas capas da coleção.

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COMBO | Coleção Mundo indígena

 Pensadores de quatro povos indígenas que vivem em diferentes regiões do Brasil contaram, em diferentes relações com interlocutores, as histórias do mundo e dos aprendizados de seus grupos. As transcrições e traduções realizadas nestes diferentes encontros foram reunidas nos primeiros livros da Coleção Mundo indígena. São, no total, sete livros de contos vindos de diferentes povos – Caxinauá, Guarani, Yanomami e Hupdäh.

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A terra uma só

Timóteo da Silva Verá Tupã Popygua

O livro do segmento Guarani da Coleção Mundo Indígena, A terra uma só (Yvy Rupa), foi escrito por Timóteo da Silva Verá Tupã Popygua, liderança guarani, para pessoas de todas as idades, contando o que aprendeu e pensou nos caminhos que percorreu pela Mata Atlântica, na América do Sul, junto ao seu povo Nhande’i va’e, conhecidos também como Guarani Mbya.

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Os cantos do homem-sombra

Os Hupd’äh têm muitas histórias sobre a gente-sombra. Os homens e mulheres-sombra são muito perigosos e usam roupas coloridas — além de caçar e fazer mal aos Hup. Uma dessas roupas tem cor de sombra, daí seu nome. A gente-sombra causa doenças e pode até matar. Eles comem a carne e o espírito dos humanos. Mas muitos deles são sábios e conhecem cantos, mitos e benzimentos. Os cantos do homem-sombra é a história do encontro de um Hup com um homem-sombra chamado Way Naku.

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A mulher que virou tatu

Kapitan Kirino e Alberto Roque Toribio

Os quase oito mil Caxinauá fazem parte da família linguística pano, composta por cerca de trinta grupos, ocupando a fronteira entre o Brasil e o Peru. No Brasil, eles vivem em doze terras indígenas e, no Peru, eles ocupam todo o rio Curanja e uma parte do rio Purus — da cidade de Puerto Esperanza até a embocadura do rio Curanja. O historiador João Capistrano de Abreu foi quem, no início do século XX, registrou pela primeira vez a língua e o modo de vida Caxinauá junto a dois jovens provenientes da etnia, do rio Ibuaçu. Esse trabalho deu origem ao livro Hantxa huni kuin (publicado pela primeira vez em 1914), sobre a língua dos Caxinauá do rio Ibuaçu, afluente do Muru.

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Trabalhos e os dias

Hesíodo

Trabalhos e os dias é um poema épico de 828 versos em que são contados alguns dos mitos gregos mais conhecidos até hoje, como o de Prometeu e o de Pandora. Este poema é voltado para a condição dos mortais, explicitando suas necessidades e limitações, com foco no trabalho agrícola baseado nas estações do ano. Edição bilíngue.