Demônio Negro

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Ratazanas

Cláudia Lucas Chéu

Ratazanas é um livro que se situa algures entre a poesia e a dramaturgia – um híbrido literário. Estes textos surgem na continuidade, temática e atmosférica, dos livros anteriores de Cláudia Lucas Chéu. Ratazanas possui um universo lexical característico da decrepitude, da caducidade, da decadência, do esboroamento, da ruína, em suma, da putrefação e da abjeção. Cláudia Lucas Chéu continua neste seu novo livro a demolir e a subverter a normalidade social.

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Sem vista para o mar

Carol Rodrigues

Sem vista para o mar, reunião de vinte e dois contos ficcionais, foi escrito por Caroline Rodrigues, ganhadora do Jabuti 2015 e premiada pela Biblioteca Nacional. A linguagem usada no livro não é apenas o meio de transmitir as histórias; ela possui, em si mesma, uma vivacidade e fluidez que embala a leitura. Através dela aproxima, em unidade de comunicação, os personagens apresentados em cada conto (muito diferentes entre si).

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Potnia

Leonardo Chioda

POTNIΛ, o mais novo livro do poeta Leonardo Chioda, é composto por três ciclos que podem ser lidos como único e longo poema — como um manual da água, do corpo e da morte para decifrar os nomes do amor e do mistério da vida. O título é um epíteto grego traduzido como ‘rainha’ ou ‘soberana’, que alude à poesia como fonte e voz primordial da escrita.

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Ikonoklasta, Kanguei no Maiki

Luaty Beirão

Ikonoklasta reúne quase 80 letras de músicas do rapper Luaty Beirão, ativista político angolano que fez parte do início do movimento cívico de luta pela democracia e liberdade, Revu, que tem promovido debates, encontros e manifestações que culminaram na detenção do rapper em 2015.

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Os primeiros psicanalistas

Sigmund Freud

Traduzida pela primeira vez em português, diretamente do alemão, esta obra (publicada em quatro volumes) é o registro dos famosos encontros de quarta-feira, conduzidos por Freud, que documentaram a fundação da sociedade psicanalítica de Viena.

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Gilka Machado: Poesia completa

Gilka Machado

Gilka Machado, poeta e ativista política, é considerada como a primeira mulher a publicar poesia erótica no Brasil e única autora a fazer parte do Simbolismo. Na política, foi ativista pelo voto da mulher e uma das fundadoras do primeiro partido político feminino, em 1910.

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Lira Argenta

Vários

«Celebração da poesia internacional, em edição bilíngue, sem salientar um idioma ou um período histórico, Lira Argenta é livro raro no panorama editorial – na quantidade e na qualidade de suas escolhas e traduções.