Contos

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Contos de Sebastopol

Liev Tolstói

Contos de Sebastopol reúne, pela primeira vez em português, três relatos escritos por Tolstói durante a Guerra da Crimeia (1854-55). O escritor, que foi segundo-tenente num regimento de artilharia, reconta com minúcias vários episódios ocorridos durante o sangrento cerco à capital da Crimeia.

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O chamado de Cthulhu

H.P. Lovecraft

O conto que dá nome à coletânea é um dos grandes clássicos do horror do século XX. O livro reúne ainda outros seis textos, escritos ao longo da vida do autor, desde sua estreia literária com "Dagon” até pouco antes de sua morte. Contém o inédito “A música de Erich Zann”, considerado pelo próprio Lovecraft um de seus melhores escritos. No apêndice, o leitor encontrará ainda uma carta do escritor ao amigo R.Michael, em que fala sobre sua personalidade e sua vida, e um artigo em que discute o método que empregava na criação de seus contos. 

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Os melhores Contos de H.P. Lovecraft

H.P. Lovecraft

Os melhores contos de H.P. Lovecraft reúne, pela primeira vez em português, todos os maiores clássicos do grande mestre da literatura de horror em um volume − incluindo “O chamado de Cthulhu”, “Nas montanhas da loucura”, “A cor que caiu do espaço”, “A sombra de Innsmouth” , “Um sussurro nas trevas”, “A sombra vinda do tempo”, O horror de Dunwich” e “O caso de Charles Dexter Ward”, entre outras obras-primas do gênero.

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A velha Izerguil e outros contos

Maksim Górki

A mescla de elementos românticos e realistas que fizeram do Górki um dos maiores nomes da grande literatura russa já marca esta coletânea de histórias curtas de sua fase inicial. “A velha Izerguil”, “Makar Tchudrá”, “Tchelkach”, “Boles” e “Os compadres”, além disso, lançam um olhar renovado sobre as caracterizações literárias das classes populares do vasto império russo.

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Noites egípcias e outros contos

Aleksandr Púchkin

Primeira edição brasileira reunindo as mais importantes obras em prosa do grande poeta russo. Esta seleção inclui desde seus textos iniciais, como “A casinha solitária na Ilha de Vassili” – um dos primeiros contos fantásticos da literatura russa – até suas últimas narrativas, como “Noites egípcias”.

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A cruzada das crianças / Vidas imaginárias

Marcel Schwob

A cruzada das crianças, publicado em 1896, utiliza crônicas medievais para discorrer sobre um grupo de crianças que teriam marchado até Jerusalém. Vidas imaginárias, da mesma época, tem como protagonistas filósofos, escritores, escravos, soldados, piratas e criminosos, aos quais o autor reinventa a partir de documentação histórica.

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Sem vista para o mar

Carol Rodrigues

Sem vista para o mar, reunião de vinte e dois contos ficcionais, foi escrito por Caroline Rodrigues, ganhadora do Jabuti 2015 e premiada pela Biblioteca Nacional. A linguagem usada no livro não é apenas o meio de transmitir as histórias; ela possui, em si mesma, uma vivacidade e fluidez que embala a leitura. Através dela aproxima, em unidade de comunicação, os personagens apresentados em cada conto (muito diferentes entre si).

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Os cantos do homem-sombra

Os Hupd’äh têm muitas histórias sobre a gente-sombra. Os homens e mulheres-sombra são muito perigosos e usam roupas coloridas — além de caçar e fazer mal aos Hup. Uma dessas roupas tem cor de sombra, daí seu nome. A gente-sombra causa doenças e pode até matar. Eles comem a carne e o espírito dos humanos. Mas muitos deles são sábios e conhecem cantos, mitos e benzimentos. Os cantos do homem-sombra é a história do encontro de um Hup com um homem-sombra chamado Way Naku.

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A mulher que virou tatu

Kapitan Kirino e Alberto Roque Toribio

Os quase oito mil Caxinauá fazem parte da família linguística pano, composta por cerca de trinta grupos, ocupando a fronteira entre o Brasil e o Peru. No Brasil, eles vivem em doze terras indígenas e, no Peru, eles ocupam todo o rio Curanja e uma parte do rio Purus — da cidade de Puerto Esperanza até a embocadura do rio Curanja. O historiador João Capistrano de Abreu foi quem, no início do século XX, registrou pela primeira vez a língua e o modo de vida Caxinauá junto a dois jovens provenientes da etnia, do rio Ibuaçu. Esse trabalho deu origem ao livro Hantxa huni kuin (publicado pela primeira vez em 1914), sobre a língua dos Caxinauá do rio Ibuaçu, afluente do Muru.