Não-ficção

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Anarquismo – Crítica e Autocrítica

Murray Bookchin

A edição reúne “Anarquismo social ou anarquismo de estilo de vida: um abismo intransponível” e “A esquerda que se foi: uma reflexão pessoal”. O primeiro texto do livro, de 1995, insere-se dentro da polêmica em que Bookchin teve destacado papel, por tentar diferenciar dois projetos que haviam se colocado dentro do anarquismo: um individualista e outro socialista. O segundo texto, de 1991, avalia a atual esquerda, que estaria em processo de degeneração.

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A autobiografia do poeta-escravo

Juan Francisco Manzano

A longa e terrível história da escravidão nas Américas tem poucos relatos diretos. Os senhores, naturalmente, não tinham interesse em registrar seus horrores. Os escravos não tinham condições de fazê-lo. A autobiografia do poeta-escravo é agora publicada pela primeira vez no Brasil - um dos países que mais tarde aboliu o horror narrado com enorme vivacidade nestas páginas.

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A guerra começou, onde está a guerra?

Albert Camus

A guerra começou, onde está a guerra? é o terceiro caderno de anotações de Camus, que registra o início de seu amadurecimento pessoal, intelectual e literário, cobrindo o período dramático entre 1939 e 1942, em que a Europa é tomada pela Segunda Guerra Mundial e Camus inicia, ao mesmo tempo, sua vida de exilado e sua consagradora carreira literária (já era então o autor de O estrangeiro, O mito de Sísifo e Calígula). 

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A desmedida na medida

Albert Camus

A desmedida na medida é o segundo caderno de anotações de Camus. Entre aforismos ( “Levar sua lucidez até o êxtase”) e instruções criativas também sintéticas (“Fazer anteceder o romance de fragmentos de jornal”), ganham espaço comentários de suas leituras filosóficas e fragmentos de prosa, depois aproveitados em suas principais obras. Mas ainda mais do que as obras, é o próprio escritor que aqui toma forma ante os olhos do leitor.

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Esperança do mundo

Albert Camus

Esperança do mundo é o primeiro dos famosos Cadernos de Albert Camus - que manteria por toda sua carreira literária o hábito de fazer anotações em pequenos cadernos escolares, verdadeiros “laboratórios” de criação. Neste primeiro caderno, de seus anos de juventude (1935 a 1937), entre insights literários, destacam-se as anotações pessoais, numa espécie de descoberta de si e do mundo.

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Lulismo, carisma pop e cultura anticrítica

Tales Ab'Saber

Como explicar o sucesso político quase hegemônico do governo Lula ao final de seu segundo mandato? Aqui, o psicanalista e ensaísta Tales Ab'Saber faz um balanço das condições políticas e da natureza do pacto social realizado naqueles oito anos, que impulsionou a renovação do carisma do líder petista.

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1964: do golpe à democracia

1964: do golpe à democracia reúne textos e depoimentos inéditos de vários protagonistas da história brasileira recente, e também dos principais pensadores políticos contemporâneos. Além de intelectuais que vivenciaram o golpe da 1964 e os “anos de chumbo”, e hoje trabalham na restauração do sentido histórico dos acontecimentos e na indicação dos responsáveis pelos atos da ditadura militar, também comparecem pesquisadores que, em trabalhos recentes, trazem novas perspectivas para o debate.

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Dao De Jing

Lao Zi

O Dao De Jing, obra fundamental de Lao Zi − mais conhecido como Tao Te King e Lao-Tsé –, nesta tradução direta a partir do chinês, ganha não apenas uma nova sonoridade, mais próxima do original, mas também uma nova e maior fidelidade.

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Universidade, cidade, cidadania

Franklin Leopoldo e Silva

A universidade serve para produzir pesquisadores, professores, profissionais ou todos eles? Deve ser democrática ou baseada no mérito? É possível ser ambas as coisas? Deve-se sacrificar uma característica pela outra? Quanta autonomia a universidade deve ter? Quanta inserção social? Vocação de pesquisa ou preparação para o mercado?

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Monoteísmos e dualismos: as religiões da salvação

Giovanni Filoramo

Cristianismo, judaísmo e islamismo foram, como se dizia na Espanha moçárabe, as três religiões do Livro. Além da escritura, têm em comum o fato de proclamarem a palavra de um único Deus. Essas grandes religiões estão dentro de uma tradição monoteísta mais ampla, que remonta ao zoroastrismo persa do século VII a.C. E a despeito de por vezes se odiarem, recolocam, cada uma a seu modo, questões partilhadas por todas elas, tais como a salvação, a necessidade da lei, a existência de um fundador e a oposição sistemática às religiões taxadas por elas mesmas de politeístas. E por não serem originais, ms históricas, sofrem desdobramentos, rupturas, reformas e reações às vezes fundamentalistas que procuram garantir a verdade depositada no Livro sagrado.

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Visão de psicanálise

Renato Bulcão

  Renato Bulcão encontrou no formato do diálogo – aqui um tanto socráticos – uma forma de fugir dos manuais teóricos: Jacob Pinheiro Goldberg é, neste livro de rápida leitura, colocado em cena para comentar sua atuação e concepção original da psicanálise.

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A conjuração de Catilina

Salústio

A conjuração de Catilina relata o conjunto de eventos que constituíram o malogrado plano de Lúcio Sérgio Catilina (108 - 62) para se assenhorear do poder em Roma, no ano do consulado de Cícero, 63. Catilina, de família patrícia romana, provavelmente pretor em 68, governador da província da África no intervalo de 67 a 66, tentara por duas vezes eleger-se cônsul, sem sucesso (64 - 63).

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Dicionário livre do santome-português

Com mais de 8500 verbetes, é a mais completa obra de referência da principal língua da República de São Tomé e Príncipe. Produzido a partir de fontes orais e escritas, cada verbete em santome traz a transcrição fonética e a equivalência em português, incluindo nomes científicos de plantas e animais.

O leitor encontrará também uma lista de palavras correspondentes em português. A obra é ideal para falantes nativos e interessados nas línguas crioulas de base portuguesa.

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Politeísmos: as religiões do mundo antigo

Paolo Scarpi

Uma introdução à história das religiões não pode ignorar o problema da definição da religião. Se o fizesse, ficaria incompleta e privada do arcabouço teórico necessário para assegurar a unidade interna da coleção, confiada a vários especialistas de diversos setores.

Esse volume se propõe a fazer uma breve apresentação do percurso que leva à constituição da história das religiões como disciplina e prática intelectual, apresentando ao leitor não-especializado o desenvolvimento do debate teórico sobre tais pressupostos. Se destacam nomes de intelectuais como o de Max Müller, Taylor, Frazer, Durkheim, van de Leeuw, Mircea Eliade e Levi-Strauss, além dos pesquisadores italianos ainda pouco conhecidos do público brasileiro, tais como Petazzoni, Brelich e de Martino.

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Negras tormentas

Alexandre Samis

Negras Tormentas é uma contribuição decisiva ao esforço efetuado pelo movimento libertário para propor uma abordagem histórica livre da influência da análise marxista, que durante muito tempo exerceu uma espécie de monopólio sobre o pensamento de esquerda. O livro de Samis é contra-ataque decisivo ao complexo de inferioridade do movimento libertário, e o assunto que ele aborda é particularmente bem escolhido porquanto a A.I.T e a Comuna de Paris são o ponto nodal, o lugar onde marxismo e “anarquismo” confrontaram-se; confrontação que lhes permitiu, de certa forma, definirem-se um em relação ao outro.

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Obras escolhidas

Mikhail Bakunin

O russo Mikhail Bakunin (1814-1876) é um dos principais nomes da história do anarquismo, por sua participação em eventos centrais do século XIX, por seu papel na construção de várias organizações operárias da época e por seus escritos – agora reunidos, pela primeira vez, numa ampla coletânea de seus textos mais importantes (num total de 722 páginas).