Literatura estrangeira

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Parque Cultural

Serguei Dovlátov

Em Parque Cultural (1983), Serguei Dovlátov (1941–1990), um dos escritores russos mais icônicos do século 20, nos conduz a um estranho lugar no qual “tudo vive e respira Púchkin”. Nesse parque-museu dedicado a Aleksándr Púchkin, uma espécie de “Pushkinland”, o narrador em primeira pessoa, alter ego do escritor, desconstrói o mito soviético de Púchkin e cria, ao mesmo tempo, “um paralelo entre dois mitos”, o próprio e o do maior poeta russo.

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Encontros com Liz e outras histórias

Leonid Dobýtchin

Encontros com Liz e outras histórias reúne contos escritos entre 1923 e 31. Com uma linguagem inovadora, concisa e irônica, passando "do real ao grotescamente absurdo", e uma narração moderna, em planos justapostos, na qual muitas vezes não sabemos onde estamos – ora atropelados por um desfile, com estandartes batendo nos narizes, ora sozinhos sob uma meia-lua furtiva, pesada e opaca –, testemunhamos recortes do cotidiano do novo mundo soviético.

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O diabo mesquinho

Fiódor Sologub

O romance O diabo mesquinho, de Fiódor Sologub (1863-1927), escrito na passagem do século XIX para o XX, foi traduzido diretamente do russo, numa publicação inédita no Brasil. As situações de O Diabo Mesquinho, escrito por Sologub durante dez anos (1892-1902), beiram o nonsense e tocam, ao mesmo tempo, em questões cheias de concretude e violência, relacionadas ao poder, à autoridade, ao funcionalismo público etc., sempre permeadas por flechadas irônicas, pessimistas e destituídas de psicologismos.

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Ikonoklasta, Kanguei no Maiki

Luaty Beirão

Ikonoklasta reúne quase 80 letras de músicas do rapper Luaty Beirão, ativista político angolano que fez parte do início do movimento cívico de luta pela democracia e liberdade, Revu, que tem promovido debates, encontros e manifestações que culminaram na detenção do rapper em 2015.

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COMBO | Coleção Bienal

 As leituras e referências teóricas que embasaram o pensamento curatorial da 30ª Bienal de São Paulo — A iminência das poéticas (2012) estão compiladas nesta coleção de seis livros de pequeno formato com textos fundamentais para a curadoria e até agora inéditos em língua portuguesa. O COMBO | Coleção Bienal se resume aos seis livros acompanhados de cinco mini-pôsteres estilizados 15 X 9,5 cm, baseados nas capas da coleção.

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COMBO | Teatro irlandês

 O COMBO | Teatro irlandês reúne quatro livros de autoria do dramaturgo Brian Friel: Dançando em Lúnassa, O fantástico reparador de feridas, Filadélfia, lá vou eu e Performances.

Brian Friel é um dramaturgo nascido em Omagh, Irlanda do Norte. Passava férias do outro lado da fronteira porém, em Donegal, República da Irlanda. Tanto o ambiente de tensões políticas entre os dois países quanto a paisagem rural de Donegal, além da tradição irlandesa do teatro, influenciaram a obra de Friel.

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A fábrica de robôs

Karel Tchápek

Um cientista descobre a fórmula capaz de dar vida a máquinas de aparência humana, gerando um desequilíbrio radical no modo de produção e tornando a mão de obra humana obsoleta. Essas “criaturas” artificiais, desprovidas de sentimentos e criatividade, passam a exercer todas as atividades braçais, com consequências nefastas para os homens.

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Os americanos

Os americanos une nomes ilustres da literatura dos Estados Unidos. Enquanto se construía como nação, ao longo do “extenso século XIX”, para parafrasear Eric Hobsbawn em relação ao “curto século XX” (que teria começado de fato apenas em 1914, na Primeira Guerra Mundial), grandes escritores, de Nathaniel Hawthorne (1804) a Scott Fitzgerald (1896), criavam uma literatura nacional que, por sua vez, ajudaria a criar o próprio modo como os Estados Unidos e o mundo conheceriam e reconheceriam o país.

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Os franceses

A literatura francesa não cabe em um volume. Nem em vários. É preciso toda uma biblioteca. Mas muito do melhor dessa literatura cabe agora em suas mãos. “Os franceses” reúne textos de Voltaire, Rousseau, De Maistre, Stendhal, Balzac, Baudelaire, Mallarmé, Maupassant e Proust, em quase 800 páginas e tradução direta do francês. Em uma palavra, uma edição mémorable.

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Os russos

A grandeza da Rússia se mede por muitas réguas diferentes. A da geografia, da história, da política, da guerra. Mas talvez nenhuma supere a da literatura. E em particular, a da literatura do século XIX, "que só gênios concebia", tomando assim ao pé da letra este verso de Pessoa – e que está aqui representada, em traduções diretas, por seus maiores nomes: Aleksandr Púchkin, Nikolai Gógol, Fiódor Dostoiévki, Liev Tolstói, Anton Tchekhov e Maksim Górki.

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Contos clássicos de vampiro

Vários

O livro reúne os primeiros e os mais importantes textos sobre a clássica figura do vampiro – esse mito surgido do caldeirão cultural, étnico e religioso do Leste Europeu, que há séculos fascina a cultura ocidental.

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Frankenstein

Mary Shelley

Mary Shelley fez parte do grupo principal do romantismo inglês, ao lado de seu amigo Lord Byron e de seu marido, o poeta Percy Shelley. E foi literalmente ao lado deles, em um castelo à beira do lago Constança, na Suíça, onde passavam uma temporada, que ela se isolou em um quarto para escrever Frankenstein, ou o moderno Prometeu, romance “gótico” ou de “terror”, um dos modelos do gênero ao lado dos contos de Poe e do Drácula de Bram Stocker.

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Um retrato do artista quando jovem

James Joyce

A obra de James Joyce foi toda ela um gigantesco “work in progress”, uma “obra em progresso” ou “em progressão” (expressão criada por ele próprio para se referir ao Ulysses quando ainda em criação). Essa obra começa com os contos de Dublinenses, em que Joyce testa seus “músculos literários” com a narrativa tradicional, e avança para a obra anterior e preparatória ao Ulysses: Um retrato do artista quando jovem.

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Diários de Adão e Eva

Mark Twain

Diários de Adão e Eva é uma espécie de diário íntimo do primeiro casal, dividido em duas partes: “Fragmentos do diário de Adão” e “Diário de Eva”, e os contos “Solilóquio de Adão”, “Autobiografia de Eva” e “Passagens do diário de Satã”.

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O destino do erudito

Johann Fichte

Os intelectuais ainda existem? Se existem, para que servem? A resposta do filósofo alemão Johann Fichte  a estas perguntas, nas famosas conferências reunidas em O destino do erudito, não deixa de ser surpreendente, inclusive por sua contemporaneidade.

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Lira grega — antologia de poesia arcaica

Giuliana Ragusa

Lira grega reúne em traduções diretas, inéditas, os nove mais importantes poetas gregos do Período Arcaico (sécs. IX-VI a. C.), que à maneira dos poetas provençais e dos atuais cancionistas, escreviam não para o papel (aliás, ainda inexistente), mas para a voz − seus poemas eram, na verdade, canções.

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A raposa sombria — uma lenda islandesa

Sjón

Fábula moderna temperada de suspense e humor, A raposa sombria mistura o rigoroso inverno islandês, uma raposa enigmática, um pastor que a segue num périplo de provações e transformações, um naturalista e uma jovem com Síndrome de Down salva de um naufrágio...

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Último reino

Pascal Quignard

Os escritos de Pascal Quignard—que mesclam meditações, poesia, fragmento—iniciaram um ciclo intitulado Último Reino com a consagrada publicação de Les ombres errantes, Prêmio Goncourt de 2002, do qual faz parte o tríptico escolhido pelo autor para esta tradução.