Literatura estrangeira

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KIT | Escandinávia

 O KIT | Escandinávia reúne cinco livros sob a mesma temática: literatura nórdica – clássica ou contemporânea, o kit só combina os melhores títulos. Acompanha também como presente um flashcard com explicação de um verbete de nosso Dicionário de mitologia nórdica. Abaixo, a relação de livros parte do KIT | Escandinávia:

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Folhas de relva – edição do leito de morte

Walt Whitman

Folhas de Relva ocupa o lugar fundador da poesia norte-americana moderna. Ignorado e ridicularizado pela crítica de seu tempo, fosse pelo caráter experimental de seu verso, fosse pela abertura à polêmica, tratou sem restrições questões como a sexualidade e expondo uma religiosidade sem dogmas.

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Contos de Sebastopol

Liev Tolstói

Contos de Sebastopol reúne, pela primeira vez em português, três relatos escritos por Tolstói durante a Guerra da Crimeia (1854-55). O escritor, que foi segundo-tenente num regimento de artilharia, reconta com minúcias vários episódios ocorridos durante o sangrento cerco à capital da Crimeia.

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Coleção Trás-os-Mares

Estreando a coleção Trás-os-mares, a Editora Circuito publica, pela primeira vez no Brasil, cinco livros de grandes prosadores portugueses contemporâneos. Tratam-se dos romances A loucura branca, de Jaime Rocha; Noturno europeu, de Rui Nunes; Até o ano que vem em Jerusalém, de Maria da Conceição Caleiro; Adoecer, de Hélia Correia; e o livro de narrativas breves Éter, de António Cabrita.

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Noturno Europeu

Rui Nunes

Hugo Pinto Santos, crítico do suplemento literário do jornal Público, Ípsilon, Noturno Europeu (…) descreve “uma Europa comum, loura, atlética, que uiva pelo seu guia”, e resume, na escolha fixada pelo título, uma situação e determinado posicionamento que é identitário da própria escrita; “Europa dos lugares indiferentes, mapeada como uma espécie de metonímia do mundo”.

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A loucura branca

Jaime Rocha

De acordo com António Cabrita, em A loucura branca, Jaime Rocha “apresenta-nos um texto que mergulha no cotidiano e no mundo trivial com uma demência quase surreal, cruzando Kafka com os filmes de David Lynch. Um misto de mistério, sedução e humor sutil.” Para Miguel Real, “A capacidade de descrever situações claustrofóbicas de um modo estético, não recorrendo a símbolos narrativos neorromânticos ou góticos, utilizando exclusivamente um léxico de referentes semânticos realistas, identifica e singulariza a obra romanesca de Jaime Rocha no horizonte do romance português contemporâneo.”

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Éter

António Cabrita

Em Éter, António Cabrita reúne sete narrativas urbanas, que se localizam nos dois países em que tem alternado a sua vida, Portugal e Moçambique. São sete histórias com distintas estratégias narrativas, tal como são variados os seus temas, sendo, contudo, transversal uma idêntica tensão entre a memória pessoal e o esquecimento coletivo, bem como a escrita peculiar do autor de A Maldição de Ondina. Os seus diferentes narradores atuam na fronteira entre a verdade e a verosimilhança, adotando o jogo perigoso de fazer coincidir drama pessoal e memória coletiva.

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Adoecer

Hélia Correia

Adoecer elabora a vibrante história de amor entre a modelo, pintora e poeta Elizabeth Siddal (Lizzie, 1829-1862) e o pintor e poeta Dante Gabriel Rossetti (1828-1882). Como pano de fundo muito bem documentado, surge a Inglaterra do século XIX, e o grupo dos pré-rafaelitas, empenhados no regresso a uma certa pureza dos olhos e da arte. Mas o voo do romance é outro: o do destino, do amor e da doença como luz e danação.

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Até o ano que vem em Jerusalém

Maria da Conceição Caleiro

A história do encontro entre Maria Luís e David, em Até o ano que vem em Jerusalém é, nas palavras do crítico literário Rui Nunes, “uma história de desamparo que os leva numa espécie de peregrinatio ad loca infecta, de Lisboa aos Açores, ao Brasil, à memória de um tempo alemão passado, mas tão presente. Para estes dois, toda a terra é uma expulsão: a Europa expulsa os judeus, os Açores expulsam o exilado, o Brasil acolhe, integrando, assimilando, isto é, expulsando cada um da sua identidade, esbatendo quase todas as diferenças”.

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O ofício

Serguei Dovlátov

 

O ofício, uma novela em duas partes (Resmesló, 1985), o cultuado escritor russo Serguei Dovlátov (1941–1990) descreve com impagável (auto) ironia “as peripécias de seus manuscritos” — sua biografia literária — em dois momentos da vida: na URSS e nos EUA, após ter emigrado (1978).

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Meninas que vestiam preto

Anne Waldman, Diane di Prima, Elise Cowen, Marie Ponsot e Denise Levertov

Meninas Que Vestiam Preto traz à luz uma amostra da lírica de cinco grandes autoras da geração beat. Famosos pela postura não conformista, inquietante e boêmia, pelo estilo literário experimental e vanguardista, os beats foram precursores do movimento hippie e de toda a agitação cultural da segunda metade do século XX.

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Retrato de Maiakóvski quando jovem

Vladimir Maiakóvski

Vladimir Vladimirovitch Maiakóvski (1893-1930) é tido como um dos maiores poetas do século XX. Engajado desde a juventude no movimento revolucionário russo, o autor fez parte do grupo cubofuturista ao lado de outros importantes artistas como Khlébnikov, Karmiênski e Burliuk, e revolucionou também o fazer poético à luz de uma nova expressão artística

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Dito ao anoitecer

Ingeborg Bachmann

Ingeborg Bachmann (1926-1973) é um dos mais expressivos nomes da literatura em língua alemã do pós-guerra. Austríaca, Bachmann escreveu poemas, romances, peças, ensaios e libretos; sua obra faz coro ao trabalho de Virginia Woolf, Samuel Beckett e Clarice Lispector.

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Cântico de Orge

Bertold Brecht

Bertold Brecht (1898-1956), poeta e dramaturgo alemão, revolucionou os modos de fazer teatro e poesia por meio de uma nova proposta literária capaz de expressar suas reflexões em torno das desfuncionalidades do sistema capitalista, tornando-se um dos mais influentes nomes na arte e cultura do século XX.

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Ratazanas

Cláudia Lucas Chéu

Ratazanas é um livro que se situa algures entre a poesia e a dramaturgia – um híbrido literário. Estes textos surgem na continuidade, temática e atmosférica, dos livros anteriores de Cláudia Lucas Chéu. Ratazanas possui um universo lexical característico da decrepitude, da caducidade, da decadência, do esboroamento, da ruína, em suma, da putrefação e da abjeção. Cláudia Lucas Chéu continua neste seu novo livro a demolir e a subverter a normalidade social.

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Salmo — romance-meditação sobre os quatro flagelos do Senhor

Friedrich Gorenstein

  Salmo — romance-meditação sobre os quatro flagelos do senhor, de Gorenstein, escritor, dramaturgo e roteirista de Andrei Tarkóvski, sem dúvida é um dos romances mais complexos da literatura mundial. Como já o havia feito Mikhail Bulgákov em Mestre e Margarida, surge na realidade soviética um enviado do céu: este enviado é Dã, o Anticristo, que aparece entre falantes da língua russa.

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Poesia Russa: seleta bilíngue

Poesia russa: seleta bilíngue, livro de artista confeccionado por Fabiola Notari, reúne traduções de Aurora Fornoni Bernardini de poetas russos de diversas épocas, como Aleksándr Púchkin, Mikhail Lêrmontov, Boris Pasternak, Anna Akhmátova, Marina Tsvetáieva, Daniil Kharms e Joseph Brodsky.

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Tarakã, o bigodudo

Kornei Tchukóvski

Tarakã, o bigodudo foi escrito por Tchukóvski em 1921. Para crianças e adultos, o poema conta a história de um baratão (takanische) que assusta todos os animais da floresta. A crítica delineada pelo autor à sociedade de então não tirou a graça e a musicalidade dessas estrofes tão conhecidas e queridas dos russos.

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Parque Cultural

Serguei Dovlátov

Em Parque Cultural (1983), Serguei Dovlátov (1941–1990), um dos escritores russos mais icônicos do século 20, nos conduz a um estranho lugar no qual “tudo vive e respira Púchkin”. Nesse parque-museu dedicado a Aleksándr Púchkin, uma espécie de “Pushkinland”, o narrador em primeira pessoa, alter ego do escritor, desconstrói o mito soviético de Púchkin e cria, ao mesmo tempo, “um paralelo entre dois mitos”, o próprio e o do maior poeta russo.

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Encontros com Liz e outras histórias

Leonid Dobýtchin

Encontros com Liz e outras histórias reúne contos escritos entre 1923 e 31. Com uma linguagem inovadora, concisa e irônica, passando "do real ao grotescamente absurdo", e uma narração moderna, em planos justapostos, na qual muitas vezes não sabemos onde estamos – ora atropelados por um desfile, com estandartes batendo nos narizes, ora sozinhos sob uma meia-lua furtiva, pesada e opaca –, testemunhamos recortes do cotidiano do novo mundo soviético.