Literatura estrangeira

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KIT | Escandinávia

 O KIT | Escandinávia reúne cinco livros sob a mesma temática: literatura nórdica – clássica ou contemporânea, o kit só combina os melhores títulos. Acompanha também como presente um flashcard com explicação de um verbete de nosso Dicionário de mitologia nórdica. Abaixo, a relação de livros parte do KIT | Escandinávia:

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Folhas de relva – edição do leito de morte

Walt Whitman

Folhas de Relva ocupa o lugar fundador da poesia norte-americana moderna. Ignorado e ridicularizado pela crítica de seu tempo, fosse pelo caráter experimental de seu verso, fosse pela abertura à polêmica, tratou sem restrições questões como a sexualidade e expondo uma religiosidade sem dogmas.

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Contos de Sebastopol

Liev Tolstói

Contos de Sebastopol reúne, pela primeira vez em português, três relatos escritos por Tolstói durante a Guerra da Crimeia (1854-55). O escritor, que foi segundo-tenente num regimento de artilharia, reconta com minúcias vários episódios ocorridos durante o sangrento cerco à capital da Crimeia.

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Salmo — romance-meditação sobre os quatro flagelos do Senhor

Friedrich Gorenstein

  Salmo — romance-meditação sobre os quatro flagelos do senhor, de Gorenstein, escritor, dramaturgo e roteirista de Andrei Tarkóvski, sem dúvida é um dos romances mais complexos da literatura mundial. Como já o havia feito Mikhail Bulgákov em Mestre e Margarida, surge na realidade soviética um enviado do céu: este enviado é Dã, o Anticristo, que aparece entre falantes da língua russa.

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Poesia Russa: seleta bilíngue

Poesia russa: seleta bilíngue, livro de artista confeccionado por Fabiola Notari, reúne traduções de Aurora Fornoni Bernardini de poetas russos de diversas épocas, como Aleksándr Púchkin, Mikhail Lêrmontov, Boris Pasternak, Anna Akhmátova, Marina Tsvetáieva, Daniil Kharms e Joseph Brodsky.

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Tarakã, o bigodudo

Kornei Tchukóvski

Tarakã, o bigodudo foi escrito por Tchukóvski em 1921. Para crianças e adultos, o poema conta a história de um baratão (takanische) que assusta todos os animais da floresta. A crítica delineada pelo autor à sociedade de então não tirou a graça e a musicalidade dessas estrofes tão conhecidas e queridas dos russos.

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Parque Cultural

Serguei Dovlátov

Em Parque Cultural (1983), Serguei Dovlátov (1941–1990), um dos escritores russos mais icônicos do século 20, nos conduz a um estranho lugar no qual “tudo vive e respira Púchkin”. Nesse parque-museu dedicado a Aleksándr Púchkin, uma espécie de “Pushkinland”, o narrador em primeira pessoa, alter ego do escritor, desconstrói o mito soviético de Púchkin e cria, ao mesmo tempo, “um paralelo entre dois mitos”, o próprio e o do maior poeta russo.

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Encontros com Liz e outras histórias

Leonid Dobýtchin

Encontros com Liz e outras histórias reúne contos escritos entre 1923 e 31. Com uma linguagem inovadora, concisa e irônica, passando "do real ao grotescamente absurdo", e uma narração moderna, em planos justapostos, na qual muitas vezes não sabemos onde estamos – ora atropelados por um desfile, com estandartes batendo nos narizes, ora sozinhos sob uma meia-lua furtiva, pesada e opaca –, testemunhamos recortes do cotidiano do novo mundo soviético.

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O diabo mesquinho

Fiódor Sologub

O romance O diabo mesquinho, de Fiódor Sologub (1863-1927), escrito na passagem do século XIX para o XX, foi traduzido diretamente do russo, numa publicação inédita no Brasil. As situações de O Diabo Mesquinho, escrito por Sologub durante dez anos (1892-1902), beiram o nonsense e tocam, ao mesmo tempo, em questões cheias de concretude e violência, relacionadas ao poder, à autoridade, ao funcionalismo público etc., sempre permeadas por flechadas irônicas, pessimistas e destituídas de psicologismos.

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Iknonoklasta, Kanguei no Maiki

Luaty Beirão

Ikonoklasta reúne quase 80 letras de músicas do rapper Luaty Beirão, ativista político angolano que fez parte do início do movimento cívico de luta pela democracia e liberdade, Revu, que tem promovido debates, encontros e manifestações que culminaram na detenção do rapper em 2015.

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COMBO | Coleção Bienal

 As leituras e referências teóricas que embasaram o pensamento curatorial da 30ª Bienal de São Paulo — A iminência das poéticas (2012) estão compiladas nesta coleção de seis livros de pequeno formato com textos fundamentais para a curadoria e até agora inéditos em língua portuguesa. O COMBO | Coleção Bienal se resume aos seis livros acompanhados de cinco mini-pôsteres estilizados 15 X 9,5 cm, baseados nas capas da coleção.

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COMBO | Teatro irlandês

 O COMBO | Teatro irlandês reúne quatro livros de autoria do dramaturgo Brian Friel: Dançando em Lúnassa, O fantástico reparador de feridas, Filadélfia, lá vou eu e Performances.

Brian Friel é um dramaturgo nascido em Omagh, Irlanda do Norte. Passava férias do outro lado da fronteira porém, em Donegal, República da Irlanda. Tanto o ambiente de tensões políticas entre os dois países quanto a paisagem rural de Donegal, além da tradição irlandesa do teatro, influenciaram a obra de Friel.

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A fábrica de robôs

Karel Tchápek

Um cientista descobre a fórmula capaz de dar vida a máquinas de aparência humana, gerando um desequilíbrio radical no modo de produção e tornando a mão de obra humana obsoleta. Essas “criaturas” artificiais, desprovidas de sentimentos e criatividade, passam a exercer todas as atividades braçais, com consequências nefastas para os homens.

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Os americanos

Os americanos une nomes ilustres da literatura dos Estados Unidos. Enquanto se construía como nação, ao longo do “extenso século XIX”, para parafrasear Eric Hobsbawn em relação ao “curto século XX” (que teria começado de fato apenas em 1914, na Primeira Guerra Mundial), grandes escritores, de Nathaniel Hawthorne (1804) a Scott Fitzgerald (1896), criavam uma literatura nacional que, por sua vez, ajudaria a criar o próprio modo como os Estados Unidos e o mundo conheceriam e reconheceriam o país.

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Os franceses

A literatura francesa não cabe em um volume. Nem em vários. É preciso toda uma biblioteca. Mas muito do melhor dessa literatura cabe agora em suas mãos. “Os franceses” reúne textos de Voltaire, Rousseau, De Maistre, Stendhal, Balzac, Baudelaire, Mallarmé, Maupassant e Proust, em quase 800 páginas e tradução direta do francês. Em uma palavra, uma edição mémorable.

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Os russos

A grandeza da Rússia se mede por muitas réguas diferentes. A da geografia, da história, da política, da guerra. Mas talvez nenhuma supere a da literatura. E em particular, a da literatura do século XIX, "que só gênios concebia", tomando assim ao pé da letra este verso de Pessoa – e que está aqui representada, em traduções diretas, por seus maiores nomes: Aleksandr Púchkin, Nikolai Gógol, Fiódor Dostoiévki, Liev Tolstói, Anton Tchekhov e Maksim Górki.

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Contos clássicos de vampiro

Vários

O livro reúne os primeiros e os mais importantes textos sobre a clássica figura do vampiro – esse mito surgido do caldeirão cultural, étnico e religioso do Leste Europeu, que há séculos fascina a cultura ocidental.

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Frankenstein

Mary Shelley

Mary Shelley fez parte do grupo principal do romantismo inglês, ao lado de seu amigo Lord Byron e de seu marido, o poeta Percy Shelley. E foi literalmente ao lado deles, em um castelo à beira do lago Constança, na Suíça, onde passavam uma temporada, que ela se isolou em um quarto para escrever Frankenstein, ou o moderno Prometeu, romance “gótico” ou de “terror”, um dos modelos do gênero ao lado dos contos de Poe e do Drácula de Bram Stocker.