Clássicos de bolso

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Contos de amor, de loucura e de morte

Horacio Quiroga

Horacio Quiroga (Salto, 1878 - Buenos Aires, 1937) é considerado um dos mestres do conto latino-americano. "Contos de amor, de loucura e de morte" reuniu contos publicados em diferentes revistas, até serem recolhidos em volume em 1917, pela Cooperativa Editorial "Buenos Aires".

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Viagem em volta do meu quarto

Xavier de Maistre

O texto que dá nome ao livro e a sua continuação, Expedição noturna em volta do meu quarto, também presente nesta edição, foram as obras que deram ao autor sua fama e reconhecimento. O primeiro foi escrito quando o autor estava em prisão domiciliar, mas ambos fazem do confinamento em um quarto uma oportunidade de viagem e um grande passeio pela alma do narrador.

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O sobrinho de Rameau

Denis Diderot

Uma das obras mais caras a Diderot, que a reescreveu, revisou e fez adendos ao longo de quase duas décadas, O sobrinho de Rameau é um diálogo entre Eu, um filósofo (que não deve ser identificado inteiramente com Diderot) e Ele, um parasita da alta roda, boêmio excêntrico e contraditório, que “combinava altivez e vileza, bom senso e desvario”.

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Micromegas e outros contos

Voltaire

Os textos da presente edição foram escritos por Voltaire na segunda metade do século XVIII e são considerados contos filosóficos porque suas personagens e enredos ilustram discussões acerca de preocupações e conceitos caros ao autor, como a busca da felicidade e o lugar do filósofo num mundo de limitações e sofrimentos.

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Rashômon e outros contos

Akutagawa

O livro traz dez contos do grande expoente do conto moderno japonês, publicados entre 1915 e 1927. Rashômon e Dentro do bosque, retratam a cultura de Heian (atual Quioto), enquanto outros temas explorados por Akutagawa são os antigos costumes japoneses, a ética cristã e a loucura (Memorando "Ryôsai Ogata", Ogin, O mártir). Já Devoção à literatura popular e Terra morta têm como fundo a cultura de Edo (atual Tóquio). Por fim, dois contos de caráter autobiográfico, do final da vida de Akutagawa: Passagens do caderno de notas de Yasukichi e A vida de um idiota. Esta nova edição, com texto revisto pelas tradutoras, conta ainda com nova introdução e acréscimo de notas.

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O pequeno Zacarias chamado Cinábrio

E.T.A. Hoffman

O escritor alemão E.T.A. Hoffmann (1776-1822) é considerado um dos criadores e um dos principais autores da narrativa fantástica. O pequeno Zacarias chamado Cinábrio, publicado em 1819, conta a estranha história de um anão corcunda, filho de uma mulher muito pobre, e que seria por toda a vida um fardo incapaz de se sustentar — ocorre, porém, que o pequeno recebe uma dádiva da senhorita von Rosenchön.

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A nostálgica e outros contos

Aléxandros Papadiamántis

Nove dos mais representativos textos, todos inéditos em português, da produção madura de Papadiamántis, escritor tido por boa parte da crítica atual como um dos maiores e mais originais prosadores da literatura grega moderna. Erotização da natureza, espiritualidade e desejo frustrado, superstições e costumes populares são temas recorrentes nestas narrativas, que têm, às vezes, um claro tom autobiográfico.

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O livro de Monelle

Marcel Schwob

Primeira edição brasileira da obra mais conhecida de Schwob. O livro de Monelle é um livro de luto que fascinou, à época de sua primeira publicação, nomes como Mallarmé e Anatole France. Isso porque é uma obra única, imune a classificações, composta por dezessete textos organizados sob a forma de um tríptico, no qual há uma mistura sutil de gêneros: conto, poema em prosa e texto profético sob forma de versículos.

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Imitação de Cristo

Tomás de Kempis

Escrita em latim e publicada anonimamente em 1418, hoje considerada parte integrante da cultura universal, a obra é a mais lida em todo mundo e uma das mais importantes da literatura cristã depois da Bíblia. Como lembra Claudio Giordano na introdução, Imitação de Cristo tem sido reverenciada ao longo do tempo como um guia espiritual para as populações de fé cristã.

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Feitiço de amor e outros contos

Johann Ludwig Tieck

Primeira edição brasileira dedicada à ficção de Ludwig Tieck, escritor chave do Romantismo alemão. Feitiço de amor e outros contos reúne seis das narrativas macabras ou fantásticas de Phantasus, coletânea publicada entre 1812 e 1816, que conquistou o sucesso junto ao público.

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O fim do ciúme e outros contos

Marcel Proust

Essas narrativas curtas de Marcel Proust apareceram pela primeira vez no volume Os prazeres e os dias (Les plaisirs e les jours), a sua estreia literária, com prefácio de Anatole France, ilustrações de Madeleine Lemaire e quatro partituras para piano de Reynaldo Hahn, inspiradas em poesias do autor.

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Ernestine ou o nascimento do amor

Stendhal

Além desta novela, uma das primeiras experiências de narrativa ficcional de Stendhal – publicada em 1853 –, o leitor encontrará o texto que impulsionou a escrita desta história: os primeiros oito capítulos do tratado filosófico-biográfico Do amor, de 1822.

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Émile e Sophie ou os solitários

Jean-Jacques Rousseau

Romance epistolar inacabado e um dos textos mais singulares de Jean-Jacques Rousseau, que figura entre os maiores pensadores e escritores de todos os tempos e países. Émile e Sophie foi escrito em 1762, ano de lançamento de Émile, ou da educação, e foi concebido como uma continuação da grande obra pedagógica. O romance era particularmente querido por seu autor.

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Contos indianos

Stéphane Mallarmé

Mallarmé, um dos importantes poetas franceses do século XIX, ficou conhecido por sua extrema habilidade sintática. Em Contos indianos, publicado em 1893, ele rearranjou estruturalmente quatro histórias antigas indianas e o resultado são as narrativas fantásticas “O retrato encantado”, “A falsa velha”, “O morto vivo” e “Nala e Damayanti”.

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Cântico dos Cânticos

[Salomão]

Este conjunto de cantos nupciais, atribuído ao rei Salomão, pertence ao Antigo Testamento, e no cânon judaico é um dos livros lidos nas cinco principais festividades judaicas. O Cântico exalta o amor conjugal, a fidelidade e a beleza física, sendo um texto carregado de lirismo e com um indiscutível teor erótico.

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Gente de Hemsö

August Strindberg

Estrondoso sucesso desde sua primeira publicação, em 1887, este romance é considerado uma das obras-primas de Strindberg. Foi concebido, nas palavras do próprio autor, para reconquistar seu público, depois de uma fase marcada pela polêmica e pelo ostracismo literário. Primeira tradução integral para o português, direta do sueco.

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Inferno

August Strindberg

Publicada em 1897, esta é a descrição de uma crise psicótica sofrida pelo autor enquanto vivia em Paris. Mais do que a narrativa autobiográfica de uma grave crise pessoal, Inferno suscita também uma fascinante discussão sobre os processos de criatividade artística e sua relação com os estados de sanidade ou loucura. É uma a obra chave para entender Strindberg.

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Sagas

August Strindberg

Sagas, neste livro de Stringberg, não são os feitos épicos dos grandes heróis, nem as longas narrativas do folclore escandinavo. Há aqui lugar para o herói mínimo, obscuro e até para o anti-herói. Os textos não deixam de ser fábulas, por seu conteúdo moral. E são contos, de estilo personalíssimo, que antecipam a literatura fantástica dos nossos dias.

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A última folha e outros contos

O. Henry

Esta edição reúne dez contos, alguns dos melhores, de O. Henry, um dos mais célebres escritores de sua época. Ele era adorado por muitos americanos, que aguardavam fielmente suas fábulas semanais e o reconheceram como seu melhor cronista.

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No coração das trevas

Joseph Conrad

Uma das narrativas ficcionais mais extraordinárias de toda a literatura inglesa, No coração das trevas resulta da experiência do escritor no Congo, em 1890. A exemplo do narrador da obra, Conrad, ainda criança, contemplara um mapa e decidira um dia visitar o coração da África.